Confira o game abaixo e aproveite para conhecer mais sobre as alterações da reforma ortográfica.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Game da reforma ortográfica
Confira o game abaixo e aproveite para conhecer mais sobre as alterações da reforma ortográfica.
Questões sobre a espiritualidade dos animais
1. Nos livros de André Luis e Chico Xavier e outros autores há citações sobre a presença de animais no mundo espiritual. Onde há na codificação o ponto que fala sobre os animais no mundo espiritual?
R: Leia o capitulo “Os Animais e o Homem”, que é todo sobre este assunto. A codificação espírita não diz que não existem animais no mundo espiritual. O que há é apenas a citação de que não há espíritos errantes de animais na erraticidade. Aqui neste enunciado é que se cria a confusão, pois a palavra erraticidade serve para designar a vida do espírito liberto do corpo físico, enquanto a palavra errante é apenas sinônima de nômade. Não deveria haver esta confusão, pois são termos completamente independentes. Um espírito pode estar na erraticidade e ser errante ou pode estar na erraticidade e NÃO ser errante, isto é ter a liberdade de ir para onde quiser naquela dimensão. Kardec pergunta ao Espírito de Verdade se os animais, tendo em vista sua inteligência e liberdade de ação, possuem alma. A resposta positiva não deixa dúvida de que os animais têm alma e complementa dizendo que em cada ser há apenas uma única alma. Kardec pergunta se a alma dos animais conserva sua individualidade ao chegarem à espiritualidade e a resposta novamente é positiva. Portanto na Codificação encontramos a concordância sobre a literatura espírita sobre a existência de espíritos de animais no mundo espiritual.
2. As obras de Chico Xavier (André Luiz), que falam da existência de animais no mundo espiritual estariam em contradição com a Codificação?
R: Não. Não há contradição, há apenas falta de compreensão de nossa parte, pois além da confirmação do espírito da verdade de que há espíritos de animais na espiritualidade, a própria ciência já demonstrou isso, bem como os relatos espontâneos de pessoas que viram espíritos de animais. (Ver Revista Espírita – 1865)
3. Depois de desencarnarem, as almas dos animais vivem no mesmo plano espiritual que os espíritos humanos?
R: No Universo somente existem os planos espiritual e físico. Ou estamos em um ou estamos em outro. Como diz o Espírito de Verdade sobre o espírito dos animais, estando desligados dos corpos físicos, eles se encontram na erraticidade, isto é no plano espiritual. Ao serem colocados (“utilizados”) para reencarnarem, retornam ao plano físico. Portanto a morada dos espíritos é a morada de todos os espíritos, não importando se de animais, vegetais, minerais ou humanos. Todos somos espíritos.
4. Por que se verifica que alguns animais têm mais sorte que outros. Enquanto uns sofrem outros tem vidas tranquilas? Os animais têm Carma?
R: Não. Os animais não têm carma ou dívidas morais com o passado. As alegrias e dificuldades porque passam os animais são para o seu aprendizado. Os espíritos desta fase se revezam em situações difíceis e alegres. Em um momento podem ter uma vida boa (feliz), noutra cheias de amarguras e tristezas para aprenderem sobre alegrias e tristezas e não para resgatarem algum mal feito no passado.
Fonte: Blog Marcel Benedeti
Papinha Milagrosa para animais
Essa receita tem salvo muitos bebes com inapetência (falta de apetite), erliquia, babesia, anemia, e outras doenças.
Ingredientes:
Fígado, coração e músculo de boi (200 gr de cada), inhame (1 inteiro de bom tamanho), beterraba (1/2 média) e cenoura (1 média). Cozinhar com uma pitada de sal e bater no liquidificador em consistência de purê.
Misturar esse patê com a ração. Se seu cão não come ração, misture com arroz.
Não se assuste se o coco sair avermelhado, é por conta da beterraba.
Sei, de casos de cães que se recuperaram em uma semana comendo a papinha.
Outros que engordaram quase 2kg em 20 dias.
Vamos divulgar para ajudar o máximo de cães
Ajudem-nos a ajudar os animais repassem nossos e-mails, um simples click pode fazer essa mensagem chegar à pessoa certa.
A IMPORTANCIA DA PAUSA
"As montanhas estão com olheiras,
os rios precisam de um bom banho,
as cidades, de uma cochilada,
o mar, de umas férias,
o domingo, de um feriado..."
Toda Sexta-feira à noite começa o Shabat, o Sábado sagrado para a tradição judaica.
Shabat é o conceito que propõe descanso ao final do ciclo semanal de produção, inspirado no descanso divino, no sétimo dia da Criação.
Muito além de uma proposta trabalhista, entendemos a pausa como fundamental para a saúde de tudo o que é vivo.
A noite é pausa, o inverno é pausa, mesmo a morte é pausa.
Onde não há pausa, a vida lentamente se extingue.
Para um mundo no qual funcionar 24 horas por dia parece não ser suficiente, onde o meio ambiente e a terra imploram por uma folga, onde nós mesmos não suportamos mais a falta de tempo, descansar se torna uma necessidade do planeta.
Hoje, o tempo de "pausa" é preenchido por diversão e alienação
Lazer não é feito de descanso, mas de ocupações "para não nos ocuparmos".
A própria palavra entretenimento indica o desejo de não parar.
E a incapacidade de parar é uma forma de depressão.
O mundo está deprimido e a indústria do entretenimento cresce nessas condições.
Nossas cidades se parecem cada vez mais com a Disneylândia.
Longas filas para aproveitar experiências pouco interativas.
Fim de dia com gosto de vazio.
Um divertido que não é nem bom nem ruim.
Dia pronto para ser esquecido, não fossem as fotos e a memória de uma expectativa frustrada que ninguém revela para não dar o gostinho ao próximo...
Entramos no milênio num mundo que é um grande shopping.
A internet e a televisão não dormem.
Não há mais insônia solitária; solitário é quem dorme.
As bolsas do Ocidente e do Oriente se revezam fazendo do ganhar e perder, das informações e dos rumores, atividade incessante.
A CNN inventou um tempo linear que só pode parar no fim.
Mas as paradas estão por toda a caminhada e por todo o processo.
Sem acostamento, a vida parece fluir mais rápida e eficiente, mas ao custo fóbico de uma paisagem que passa.
O futuro é tão rápido que se confunde com o presente.
As montanhas estão com olheiras, os rios precisam de um bom banho, as cidades, de uma cochilada, o mar, de umas férias, o domingo, de um feriado...
Nossos namorados querem "ficar", trocando o "ser" pelo "estar".
Saímos da escravidão do século XIX para o leasing do século XXI - um dia seremos nossos?
Quem tem tempo não é sério, quem não tem tempo é importante.
Nunca fizemos tanto e realizamos tão pouco.
Nunca tantos fizeram tanto por tão poucos...
Parar não é interromper.
Muitas vezes continuar é que é uma interrupção.
O dia de não trabalhar não é o dia de se distrair -literalmente, ficar desatento.
É um dia de atenção, de ser atencioso consigo e com sua vida.
A pergunta que as pessoas se fazem no descanso é "o que vamos fazer hoje?" - já marcada pela ansiedade.
E sonhamos com uma longevidade de 120 anos, quando não sabemos o que fazer numa tarde de domingo.
Quem ganha tempo, por definição, perde.
Quem mata tempo, fere-se mortalmente.
É este o grande "radical livre" que envelhece nossa alegria - o sonho de fazer do tempo uma mercadoria.
Em tempos de novo milênio, vamos resgatar coisas que são milenares.
A pausa é que traz a surpresa e não o que vem depois.
A pausa é que dá sentido à caminhada.
A prática espiritual deste milênio será viver as pausas.
Não haverá maior sábio do que aquele que souber quando algo terminou e quando algo vai começar.
Afinal, por que o Criador descansou?
Talvez porque, mais difícil do que iniciar um processo do nada, seja dá-lo como concluído.
Nilton Bonder
PRECE DA SOLUÇÃO
Tudo está perfeito na vida e no Universo.
Aquilo que me faz viver, aquilo que põe vontade em mim, é a Fonte da Vida que aparece em mim.
Porque Ela tem no Universo todas as soluções para mim.
Eu acredito em todas as soluções Acredito em todas as saídas.
Acredito em toda modificação.
Acredito de coração, que tudo se renova, tudo recomeça, tudo avança, tudo progride, tudo renasce, tudo se reforma.
Acredito na generosidade do Universo para comigo e para com todos.
Abro, neste instante, as portas da confiança do meu coração à generosidade da vida.
Ao abrir as portas, a luz me aquece e a confiança brota; o resto é ilusão.
Tudo vem a mim na medida certa das minhas atitudes; e minha atitude, agora, é de fartura.
Abro minhas mãos como quem solta o que prende.
Solto o passado que não me serve e o futuro ausente.
Abro minhas mãos para deixar ser.
Abro minha mente para ouvir, meu coração para sentir, meu colo para receber.
Liberto minhas pernas para caminhar, minha garganta para expressar,
Liberto minhas costas para não precisar carregar, me liberto do mundo para não me escravizar.
Largo este mundo para dominá-lo, não pergunto para entendê-lo, não chamo para alcançá-lo.
Meu silêncio é a confiança que tudo é solução.
Meus planos, eu não penso.
O Universo é o grande pastor de toda ovelha, porque Deus aos homens se assemelha,
Nada falta para nenhum filho, o eterno Pai concede tudo na medida de cada um.
E minha medida agora é a generosidade com que perdôo o inimigo;
Liberto aos outros do julgamento, os críticos do meu lamento, os agressores do meu sofrimento.
Liberto-me dos olhos dos outros, da boca alheia,
Não sou como todos e não preciso ser.
A vida como é para os outros não tem que, necessariamente, ser a minha.
Eu não tenho medo.
Quero dizer bem claro ao Universo que não tenho medo de ser o único a ser feliz na Terra,
Assim, me permito viver na eterna benção do fluxo constante das portas que eu mesmo abro,
Todos os canais para a solução estão abertos, porque, na verdade, nunca se fecharam.
Não há problemas.
Tudo está certo.
Está certo este momento, essa prece; está certo o que eu como,
Aceito a vida no que há de dor e no que há de saber.
Aceito a vida com ou sem amor.
Aceito a vida pelo dom que ela é; no que é simpático e antipático, no que é prazer e no que não é.
Aceito a vida inteira porque vejo nela a benção em todos os sentidos;
Tudo me leva, tudo se mostra, tudo me reconhece;
Estou em paz.
Só o Bem é real, só o Bem é verdadeiro, estou em paz, neste gesto em que abro os meus braços da fraternidade e comungo com o Universo de bênçãos e de Bem.
Neste momento é o que mais me convém.
Tudo é assim porque assim está, porque esse é o ponto onde eu moro.
No Universo onde me encontro, na atitude que tomo, na bondade imensa que a Vida me concedeu da liberdade de criar o mundo que eu quiser e de me colocar onde eu bem entender.
Neste instante, eu me coloco no terreno da paz e da confiança plena.
Na certeza que tudo que eu quero, tudo eu tenho, que todo querer é poder, e já é ter.
E que, na chama desta confiança, reforço todo Bem daquilo que está,
Nesta paz que eu fico, eu vou transformando esta Prece da Solução num gesto contínuo na minha vida.
Eu vou viver só no aqui e no agora, sem pensar que existe hora, porque o Universo não tem tempo,
Agora é eterno, pleno e real, por isso eu sou eterno pleno e real.
Porque sou aquele que está além do tempo, porque eu sou a consciência viva do próprio Universo.
...
Viver não dói

Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas
e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer,
apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana,
que gerou em nós um sentimento intenso
e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz.
Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer
pelas nossas projeções irrealizadas,
por todas as cidades que gostaríamos
de ter conhecido ao lado do nosso amor
e não conhecemos,
por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,
por todos os shows e livros e silêncios
que gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados,
pela eternidade.
Sofremos não porque
nosso trabalho é desgastante e paga pouco,
mas por todas as horas livres
que deixamos de ter para ir ao cinema,
para conversar com um amigo,
para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe
é impaciente conosco,
mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela
nossas mais profundas angústias
se ela estivesse interessada
em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu,
mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos,
mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós,
impedindo assim que mil aventuras
nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e
nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo,
mais me convenço de que o
desperdício da vida
está no amor que não damos,
nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca,
e que, esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional.
...


